Limonada cor-de-rosa

Este tempo não se decide, ora faz um calor infernal ora voltamos ao chá quente. Antes que chova, aqui vai uma sugestão para dias de muito calor.



Ingredientes:
50 grs de framboesas (usei congeladas)
55grs de limão (usei 2 dos pequenos sem a casca)
3 colheres de sopa de açúcar branco
600ml de água bem fresca
gelo q.b.

Numa liquidificadora ou robot de cozinha, colocar as framboesas e o limão, eu usei framboesas congeladas porque é hábito ter cá por casa mas julgo que podem usar das frescas, o limão cortei a casca e a parte branca e cortei em pedaços antes de colocar na liquidificadora. Dar uns 5 golpes na velocidade máxima ou turbo, desligar e com ajuda de uma espátula retirar o a polpa das paredes do copo para baixo, colocar o açúcar e a água bem fria e deixar passar tudo muito bem até ficar bem líquida.



De seguida pode passar por um coador para retirar algum excesso de poupa e as grainhas da framboesa, partir o gelo dando uns golpeadas no turbo da máquina e servir a limonada com o gelo picadinho como o da caipirinha.



Fica uma limonada super fresca e muito girly.

Este post dedico à minha colega de faculdade Isabel Pires de Lima que tanta inveja me fez com esta limonada o ano passado!




Fuzzili de bróculos com queijo azul e Bonsalt

Eis que chegou a minha vez de falar sobre o fim-de-semana fantástico que a Bonsalt nos protagonizou, digo a nos porque éramos muitas! Tantas que a cozinha ficou repleta de máquinas fotográficas a disparar ao mesmo tempo que outras se agarravam à colher-de-pau. Também levámos os nossos senhores o que fez com que fosse uma noite ainda mais especial. O hotel é um encanto, digno de se gastar um cartão de memória da máquina fotográfica em cada recanto. Cada quarto com seu tema, cada salinha com a sua beleza e depois a companhia... Rever pessoas que estão por detrás de blogs que adoramos e conhecer outras que não estávamos à espera que fossem, uma agradável surpresa. Foi de facto uma noite muito especial onde cozinhamos com um chef  e temperamos tudo com o Bonsalt.


Para quem não conhece pode ler aqui tudo sobre o produto, mas basicamente para quem como eu cresceu numa família com problemas de hipertensão e muitas vezes perguntava: Oh mãe então não meteste sal na sopa? Aqui está a solução das vossas vidas o Bonsalt é um substituto do sal com potássio e 0% de sódio. Óptimo para quem como a minha mãe não pode abusar no sal.

A ultima fotografia do evento (mesa do jantar) foi gentilmente cedida por a equipa do Bonsalt

A receita que se segue foi temperada com o Bonsalt, estava uma maravilha e como é lógico uma embalagem de Bonsalt já foi oferecida à minha mãe :)

E agora vamos mas é à receita que hoje já falei demais... Sou só eu achar estes bróculos a coisinha mais linda do mundo? Para além de bonitos são muito fotogénicos tanto, que mereceram uma fotografia só para eles aqui no blog, sortudos!



Ingredientes: 6 pessoas
300 grs de massa fuzzili
1 bróculo romanesco
gengibre fresco (5 cm)
3 dentes de alho
150 grs de queijo azul (bleu d'Auvergne)
azeite q.b.
sal Bonsalt
tomilho fresco
pimenta de moer.

Numa panela grande colocar água, com o Bonsalt, um fio de azeite, 3 folhinhas de tomilho e deixar ferver. De seguida adicionar a massa e 5 minutos depois os bróculos previamente cortados e lavados. Depois de a massa estar "al dente" e os brócolos tb, desligar. Retirar as ramas do tomilho e escorrer - mas ter atenção e reservar um pouco da água da cozedura para usar mais tarde.


Numa wok colocar mais um fio de azeite, os dentes de alho e saltear ligeiramente. De seguida colocar os brócolos e a massa, uns cubos de queijo e deixar saltear mexendo devagar (caso sintam que está a ficar muito seco coloquem um pouco da água da cozedura pouco a pouco para não ser em demasia. O queijo vai derreter e vai deixar um molhinho muito bom.



Depois de tudo bem unido desligar e colocar num recipiente próprio para ir ao forno (ter atenção que a massa não pode estar muito seca no interior). Levar ao forno com mais  um pouco de queijo azul por cima e deixar gratinar no forno durante 15 min com o forno a 200º.



Resta-me agradecer mais uma vez à equipa da Bonsalt pela oportunidade e simpatia, ao Cooking and Nature pela hospitalidade que com a companhia da Ana, da Inês, da Naida, da Vera, da Joana, da Teresa e da Ni a noite acabava na perfeição à volta de uma fogueira com muitas gargalhadas à mistura e de coração cheio.

E obrigada a vocês por gostarem da minha Marmita!


Hambúrgueres de arroz e um convite para jantar




Não tenho um restaurante de sonho, nem consigo eleger o meu restaurante preferido, mas quando vi o novo tema do Convite para Jantar lançado por o blog A minha cozinha é a cores, pensei logo que não podia repetir e escolher uma taberna de tapas Sevilhana mas também não posso fugir muito porque não seria tão genuíno. Lembro-me da primeira vez que fui a Sevilha, talvez há uns 12 anos e de comer uma paella divinal acreditem que se há coisa que difícil de comer é uma paella fresca em Espanha. Porque a maior parte que vemos são todas pré-congeladas sem sabor algum. Lembro-me de nos sentarmos numa esplanada perto do bairro de Santa Cruz, de o meu marido pedir uma paella e de o empregado dizer que vai demorar um bocadinho porque a nossa paella aqui é fresca. Assim foi, esperámos e foi de longe a melhor paella que comemos até agora, não me lembro do nome do restaurante e mesmo depois das enumeras vezes que lá voltámos acabámos por nunca descobrir em que rua era e é assim que trago um restaurante que gostei cá a casa mas numa versão própria para levar na marmita como eu tanto gosto.

Ingredientes (6 pessoas) 
250 grs de Oriente Rice Paella
cebola pequena
tomates de cacho
250 grs de ervilhas congeladas
1/4 pimento vermelho
colheres de chá de mix paella ou açafrão
azeite q.b.
sal, pimenta de moer
ovos
colheres de sopa de farinha
salsa fresca q.b.
margarina q.b.


Cozer o arroz em água e sal, a meio da cozedura colocar as ervilhas e quando ficarem ambos cozidos retirar do lume, passar por um coador e de depois por água fria para tirar a goma por completo ao arroz.


Numa frigideira colocar a cebola cortada em pedaços pequenos com o azeite, saltear um pouco e de seguida a especiaria da paella, eu uso um mix paella que comprei em Sevilha que tem algumas especiarias e a cor necessária para que a paella fique bem amarela. Caso não tenham algo do género podem comprar no supermercado açafrão que faz o mesmo efeito. Depois das especiarias estarem bem incorporadas com a cebola colocar o tomate sem as grainhas e cortado em pedaços pequenos, alourar tudo um pouco e caso sinta que se está a pegar coloque um pouco de água, colher de sopa a colher de sopa para que o molho não fique demasiado seco.

Numa tigela coloque o arroz já escorrido o molho da frigideira e incorpore tudo com cuidado com ajuda de um garfo. Por fim coloque os ovos 1 a um e a farinha. De seguida forme pequenas bolas e coloque numa frigideira anti aderente com um pouco de margarina, leve ao lume os hambúrgueres, virando de um lado para o outro com muito cuidado.E sirva com salsa fresca por cima, um molho de iogurte e uma saladinha acompanhar.Gostava mais uma vez de agradecer à Oriente Rice por esta maravilhosa parceria ao longo destes meses que me vez viajar através do seu arroz por países tão interessantes.























Bolo de pistácios e gengibre


Fui convidada para ser uma das embaixadoras do World Baking Day e o meu grande dever é incentivar todos vocês a irem para a cozinha fazer um bolo no dia 19 de Maio de 2013, há lá coisa melhor de que o cheiro de um bolo quente a sair do forno? Deixo-vos a minha sugestão, quando pensei em que bolo ia fazer as a primeiras que ideias que vieram à minha cabeça foi de um bolo com frutos secos, aroma de limão e gengibre que para mim combinam na perfeição. Saiu um bolo de pistácio cheio de aroma e com uma cor linda como podem ver pelas fotos. Ao provar o bolo fui rapidamente transportada para a minha infância. Os pistácios quando eles eram bem mais baratinhos do que agora onde íamos a qualquer mercado comprávamos um saquinho e ficávamos a roer a tarde toda, bons tempos.


Ingredientes:
4 ovos
1 iogurte (usei um caseiro de baunilha)
200grs de açúcar
casca de 1 limão
150 grs de farinha
1/2 colher de sopa de gengibre ralado (usei deste mas podem usar fresco)
1 colher de sopa de fermento
100 grs de pistácios sem sal

Numa batedeira ou robot de cozinha colocar a manteiga e o açúcar  e mexer até obter um creme homogéneo. Juntar os ovos um a um e ir batendo muito bem, de seguida juntar o iogurte, e a raspa de limão previamente picada ou em raspas como preferirem e o gengibre. Adicionar a farinha e o fermento peneirados à massa. Colocar os pistácios numa 123 até ficar em pó e adicionar  metade à massa do bolo. Untar uma forma com buraco com margarina e farinha, colocar a massa e levar ao forno durante 30 minutos no forno a 180º ou até o teste do palito ficar perfeito, antes de servir coloque o restante pistácio em pó por cima do bolo.

Fica um bolo super aromatizado, ficou docinho por isso se quiserem podem cortar um bocadinho no açúcar, podem aproveitar que eu deixo :)

Esta foi a minha sugestão, podem ver mais aqui na secção Bolos e Muffins ou nestes 3 blogs Portugueses que para mim são uma inspiração na pastelaria:

Ananás e Hortelã
Coco & Baunilha
Lume brando

Bons bolos!

Peito de peru recheado com beterraba


Ingredientes:
1 peito de peru para rechear
1 beterraba
2 dentes de alho
1/2 molho de coentros
3 cebolinhas
1 colher de café de alcaparras
1 colher de café de mostarda L' acience
rosmaninho q.b.
azeite q.b.
glacê de vinagre de framboesa
sal, pimenta e mostarda moída.
funcho fresco q.b.



Quando for para comprar a carne aconselho irem a um talho e na altura da compra dizerem que é para rechear, eles fazem um "bolso" que é óptimo para rechear com o que quer que seja.


Cortar a beterraba em cubos pequenos e colocar numa wok ou frigideira juntamente com o dente de alho, o azeite e as alcaparras. Saltear tudo muito bem, juntar a mostarda, os coentros frescos e desligar.

Começar a rechear o peito do perú, com ajuda de uma linha ou uns palitos fechar muito bem o "bolso" muito bem para que não se abra durante a cozedura e colocar num tabuleiro temperado com sal, uns fios de azeite, pimenta e mostarda moída. Juntar tb umas cebolinhas cortadas ao meio e salpicar com o glacê de vinagre de framboesa que comprei em Espanha o ano passado, não gosto muito de o usar em saladas por ser muito intenso mas no forno fica divinal, caso não consigam arranjar este glacê acho que vinagre balsâmico também fica com o mesmo resultado adocicado.


Levar ao forno a 200º até a carne ficar cozida, 5 minutos antes de desligar o forno colocar mais uns fios do vinagre para caramelizar e ligar só a resistência de cima do forno os restantes 5 minutos.

Podem servir com um arroz basmati e umas folhas de funcho frescas por cima, na imagem final não vêm as cebolinhas mas nós acabámos por as comer estavam fantásticas, esqueci-me foi de as fotografar.



Puré de couve-flor

Não acho grande piada a couve-flor, nunca achei! Até tento juro, mas prefiro mil vezes bróculos. O meu marido adora e faz-me "magicar" uma ou outra receita original que acaba por ser fotografa e partilhada bem mais vezes do que bróculos. Mesmo não adorando couve-flor aqui vai mais uma tentativa de a comer de uma maneira diferente que acabou por ficar bastante fotogénica.


Ingredientes: (2 pessoas)
1 couve flor
8 ramos de tomilho fresco
400ml de àgua
400ml de leite
2 colheres de sobremesa de margarina
nós moscada q.b.
raspas de 1 limão
sal q.b.

Cozer  a couve flor em água e leite, o ideal é colocar metade de um e de outro para ficar equilibrado, porque eu já fiz só com leite e achei que ficou um bocado enjoativo. Depois de cozinha com um robot de cozinha/varinha mágica passar tudo grosseiramente, adicionar o azeite, as ervas e os temperos e servir com mais um fio de azeite por cima.



















Tintureira com harissa e arroz do oriente




Conhecem Harissa? É uma pasta picante oriunda da Tunísia e confeccionada com base de malaguetas e especiarias. Costuma acompanhar diversos pratos da África do Norte (Argélia, Marrocos, Tunísia...) mais especialmente o famoso couscous. A maior parte das vezes encontra-se à venda em pequenas bisnagas é uma maravilha, aconselho a quem nunca provou. No entanto nesta receita usei harissa em pó é um mix com uma cor vermelha linda que uso muitas vezes em vários pratos, mas com tomate e peixe é a minha perdição. Para contrastar acompanhei com um arroz que eu auto intitulei do oriente, o perfume do leite de coco com o crocante dos frutos secos ficou muito bom, espero que gostem.

Para quem quiser agora já pode seguir o dia a dia da Marmita no Instagram @sandramdosantos


Ingredientes peixe:

100g de tintureira
1 cebola
1 alho
1 filete de anchova
200g de tomate cherry
3 colheres de sopa de vinho branco
sal e pimenta q.b.
1 colher de chá de harissa em pó
sumo de meio limão
salsa fresca q.b.
azeite aromatizado de cebola e cardomono q.b.




Ingredientes arroz:
200g de Arroz Basmati da Oriente Rice
400ml de leite de coco
azeite q.b.
sal q.b.
1 colher de sopa de amendoins
1 colher de sopa de pistácios
2 colheres de sopa de caju
2 colheres de sopa de amêndoa
2 colheres de sopa de coco cristalizado



Comecem por colocar todos os frutos secos (excepto o coco) numa frigideira e deixem em lume branco torrar ligeiramente sem queimar e reservem.

Limpar o peixe e tentar cortar em pequenos cubos, temperar com sal, pimenta e reservar. Num tacho colocar o azeite deixar aquecer um pouco e de seguida adicionar o alho e a cebola, deixar saltear um pouco e colocar o filete da anchova (cuidado que se o lume estiver mito alto pode salpicar) mas com ajuda de uma colher de pau o filete desfaz-se num instante. Adicionem a harissa e deixem fundir o sabor com a cebola e o alho. De seguida colocar os tomates cherry com pele (eu usei congelados), por isso levou um pouco mais de tempo criarem a polpa. Depois dos tomates ficares desfeitos adicionar o vinho e o peixe, caso necessário adicionem um pouco de água quente para terem mais molho (eu fiz isso) deixem cozer o peixe em lume brando mexendo bem devagar para ele não se partir. Antes de desligar verifiquem o tempero, adicionem o sumo do limão e sirvam com salsa fresca e mais um pouco de mais harissa por cima do peixe.

Para cozer o arroz basta numa panela colocarem o leite de coco bem mexido caso venha mais compactado, o sal, o azeite e caso necessário um pouco mais de água (eu adicionei cerca de 200ml de água) não coloquem demasiado para que o arroz não fique muito cozido e empapado, acreditem que este arroz é super fácil de cozer fica sempre solto e coze muito mais rápido do que o normal.  O aroma do arroz com o leite de coco é uma combinação fantástica têm mesmo de experimentar. Antes de servir coloquem o coco cristalizado e os frutos numa picadora ou num almofariz mas com pouca persão para que os frutos não fiquem muito picados. Eu coloquei na tábua da cozinha e dei uns golpes com a faca. Junte os frutos secos partidos e torrados ao arroz e por cima mais uns pedaços de coco para intensificar o sabor... hmm só de estar a escrever isto já estou a ficar com fome :)





Muffins de curgete, gengibre e limão.

Este post não podia vir a melhor altura, esta semana o livro da Susana Gomes, autora do blog No soup for you está à venda em várias livrarias. Ainda me lembro da verdadeira aventura que foi para o comprar assim que saiu, estava esgotado em todas papelarias, mas lá acabei por conseguir comprar. Mais tarde tive o prazer de conhecer a Susana e de ter uma dedicatória toda catita no livro. Já algum tempo que andava para postar esta receita por isso aqui vai uma adaptação de um bolo do livro mas em versão muffins, não fosse eu adepta de tudo o que se pode levar na marmita. Se gostarem de comida com personalidade e sabores diferentes comprem este livro, eu cá adoro!





Ingredientes:
100gr de farinha de trigo integral
100gr de farinha de trigo normal
1 pitada de sal
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
180gr de açúcar amarelo
1 limão (casca apenas)
250gr de curgete com casca
1 iogurte natural
50gr de coco ralado
100gr de azeite
3 ovos

Pré-aquecer o forno a 180º, preparar a forma dos muffins de silicone ou de alumínio sendo assim com as formas de papel a forrar.

Rale a curgete no ralador à mão ou na 123, de seguida ralar o gengibre eu uso o meu sempre seco mas ralo um pouco como a noz moscada, de seguida rale a casca do limão e junto tudo ralado na batedeira ou robot de cozinha com os ovos, o açúcar, o iogurte e o coco já ralado.



Adicione o azeite em fio enquanto bate e depois vá peneirando as farinhas, o fermento, o bicarbonato e o sal. Por fim, envolva a curgete ralada, sem bater muito.

Verta a massa nas formas de papel e leve ao forno a 180º cerca de 35 min ou até os muffins ficarem dourados e o palito sair seco.

Bavaroise de caramelo de banana


Hoje trago um doce de colher com a minha fruta preferida, quem me conhece sabe que a minha fruteira sem bananas  é algo proibido e quase nunca visto cá em casa.

Esta receita foi feita especialmente para o 2º aniversário do blog O bolo da tia Rosa, que organizou workshop de fotografia no ano passado com a autora do Sabores e Canela, onde acabei por ir e conhecer mais umas autoras de blogs de culinária mas em especial, a autora do Alice na cozinha maravilha que não conhecia e que gentilmente me enviou o livro de onde retirei esta receita. Por isso, um muito obrigado às duas e pena tive de não provarem este doce que ficou uma delicia.

Ingredientes (4 taças)
40 gr de açúcar mascavado
1 banana muito madura
100 ml de leite
150 ml de iogurte grego natural
3 gemas de ovo
2 folhas de gelatina
Gelado de nata e chocolate derretido, para servir

Aqueça uma frigideira em lume forte. Junte o açúcar e espalhe por igual depois baixe em lume brando, sem mexer, até derreter e ficar um caramelo dourado-claro. Deverá levar 5-8 minutos. Antes que o caramelo fique demasiado escuro, misture a banana (previamente esmagada num puré macio) batendo até ficar bem misturado e de seguida o leite e 1/2 iogurte e retire do lume.



Numa taça, bata as gemas de ovos e volte a deitar na frigideira e ligue cuidadosamente com uma colher de pau. Continue a mexer sobre lume brando, até que o creme de banana esteja suficientemente espesso para cobrir a colher. Transfira para uma taça.



Mergulhe a gelatina em água ou use 2 colheres de sopa de gelatina neutra eu usei a neutra, coloque a gelatina no creme de banana e bata até dissolver (se ficar com alguns fios da banana ou pouco liquido basta colocar numa liquidificadora e bater um pouco). Coloque uma película aderente na superfície do creme, para evitar que se forme uma película, e leve ao frigorífico.



Quando o creme estiver quase frio, mexa-o até ficar macio. Coloque o restante iogurte ao creme de banana, divida a mistura em 4 taças e leve ao frigorífico 1-2 horas até ficar firme.

Para servir, coloque em cima uma bola de gelado e deite um pouco de chocolate derretido ainda morno.

Tabule aromatizado com citrinos e um convite para jantar

Nada melhor do que publicar este post num dia como o de hoje, parece que a Primavera chegou em força e com ela trago este tabule cheio de cores vivas como os quadros da minha convidada, com a acidez do limão como os dias menos bons da minha pintora preferida. Espero que gostem, porque se há coisa que me dá prazer na vida é que ver coisas bonitas: Um simples dia de sol, um prato com sabor, um sorriso na cara de alguém e criatividade no que fazem.






Esta é a 11º Edição do Convite para jantar da Ana que este mês tem lugar no blog Panela sem (de)pressão  com o tema Pintores.

Ingredientes:
250 grs de coucous (grão médio)
1 pepino
1/2 pimento vermelho
1/2 pimento verde
1 cebolinha
1 tomate
1 laranja grande
2 raspas de casca de laranja
1/2 limão
salsa, hortelã q.b.
azeite q.b.
sal e pimenta q.b.



Colocar o couscous numa taça grande e temperar com sal, pimenta e um fio de azeite. Cobrir com água à temperatura normal, não necessita de aquecer. Deixar uns 10 a 12 minutos até a água ser absorvida pelo couscous, depois de absorvida mexer suavemente com ajuda de um garfo, repetir o processo caso sinta que o couscous ainda está muito cru, ter atenção que mais tarde ainda vamos colocar os sumos da laranja e do limão por isso não deixar que absorva muita água antes senão ele fica em papa.


Pode enquanto o coucous está em água cortar os legumes em pedaços bem pequenos, eu retirei a casca e as sementes do pepino, do tomate deixei estar por opção e piquei muito bem a salsa com a hortelã e os restantes ingredientes.

Minutos antes de servir volte ao coucous que deve estar seco e um pouco cru e coloque o sumo da laranja e do limão, deixe novamente absorver mais uns minutos e junte aos legumes, se achar necessário tempere novamente e pique as raspas da laranja antes de servir.



Eu como muitas vezes couscous cá em casa, normalmente até compro um próprio especial para tabule mas desta vez decidi fazer com o normal, a receita foi inspirada neste blog que eu adoro



Alcachofras com vinagrete

Para quem já me segue algum tempo sabe que o meu marido nasceu em França e graças a ele descobri ingredientes e temperos que dificilmente os provava se vivesse sozinha. Este é um desses casos... Alcachofras, nunca tinha provado para ser sincera só depois de muito tempo de ter o blog é que descobri a sua existência.... Eis que passamos por uma banca ele vê uma e diz: Sabes como comia isto em pequeno, arrancava-lhe as pétalas molhava num molho tipo vinagrete e retirava a "carne" com os dentes. Isto dito assim parece uma coisa um bocado estranha, mas aqui está  a prova.  ideia é arranjar anchovas tenrinhas e voilá! É diferente mas bom, as folhas mais do interior acabam por ser tão tenrinhas que se comem inteiras.

Alguém por aqui já comeu alcachofras desta maneira?



Ingredientes:
1 alcachofras
sal

Molho:
5 colheres de sopa de óleo
1 colher de sopa de vinagre de vinho tinto
3 colher de sobremesa de mostarda dijon
alecrim q.b.

Cozer a alcachofra com água e sal, depois de cozida escorrer a água e reservar.
Para o vinagrete numa tigela e com uma vara de arames, ir colocando os ingredientes um a um sem parar de mexer até atingir a consistência desejada. Eu neste caso queria um molho mais espesso para que com as folhas das alcachofras fosse fácil de retirar.